Paralelo a diálogos naquele espaço conturbado... atrolhado de emoções e expectativas diversas, ouvia um clássico elogio a sua amada...
Ousei traduzí-lo, previamente conhecendo o significado daquelas palavras, e por alguns instantes, revivi histórias que tiveram como pano de fundo essa trilha sonora:
Wonderful Tonight, de Eric Clapton!
curte aí:
http://www.youtube.com/watch?v=j3r6CyxyqGc&feature=related
terça-feira
quinta-feira
recorte de um trecho muito significativo para o momento
Desde então, fiquei pensando( não que antes eu já não tivesse remoído e despendido valiosos minutos refletindo inútil e insistentemente) que há algo de muito confuso nessa ironia toda mascarada de alguma coisa fantástica e maravilhosa...
Perdi algo que me devolvera, mas que não me faria falta, no entanto viver sem ela...
Porém, percebi que outras coisas importantes que perdi, em circunstâncias semelhantes me faltarão ao longo desta jornada... enfim, tempo não se recupera, mas se regeneram partes despedaçadas vez por outra...
Constantes leituras, por influência e geradoras de apreço:
Constantes leituras, por influência e geradoras de apreço:
"Olha, eu estou te escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim.
Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa" (Caio F. Abreu)
sexta-feira
o que restou desde ontem?
Sem sombra de dúvidas, ao amanhecer do dia e ao som dos passarinhos cantando há mais de hora, aquela água quente escorrendo pelo corpo significava a melhor coisa do mundo da semana, pra fechar com chave de ouro um trecho percorrido marcado pela expectativa das andanças.
Desejou que aquele líquido insípido pudesse trazer de volta a sua integridade física deixada em alguma parte da última madrugada, inesperada, vivida louca e intensamente sem planos, sem rumo definido...
Há outra coisa que não deixou dúvidas, no final das contas... apesar do lacrimejo, bocejo, sequela, fantasia, imagem da cena de crime, tédio e bobagem de cada uma no seu quadrado que seguiram ao longo do outro dia...
Só duvido que (não) adivinhem...
Sabe porque é tão óbvio?
É tudo acaso, nessa arte de encontros e desencontros... mas certas coisas soam tão providenciais, compreendem?Ao menos ao momento em que cada uma vive...
A pilha instantânea àquela hora... os encantamentos com todas as coisas...a resistência em se deixar repousar, a ousadia ao desconhecido, a pechincha inusitada, o vegetariano consumidor de frango(hehheheh), o consenso nas frustrações, e td mais que não foi pontuado aqui.
ps: seria bacana sim consagrar o trio ternura, que já ensaia dedicadamente suas vivências...
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