Recebi o poema com uma dedicação graciosa há algum tempo atrás... sabia que eu adoro o "poetinha"...
Revirei e o encontrei momento oportuno, inclusive... pois além da sensibilidade do escritor, gera reflexão para o cotidiano...
em especial para esses dias atribulados que consomem uma energia tamanha... dão medo, ansiedade, insegurança diante dos obstáculos e desafios...
obrigada, honey... uma gracinha de poema!!!
O elefantinho
Onde vais, elefantinho?
Correndo pelo caminho
Assim tão desconsolado?
Andas perdido, bichinho
Espetaste o pé no espinho
Que sentes, pobre coitado?
– Estou com um medo danado
Encontrei um passarinho!
(Vinicius de Moraes)
sexta-feira
segunda-feira
E ri...
Correspondi gentilmente ao cumprimento, igualmente estendendo a mão... assim mesmo, como dizemos oi e tchau pra tanta gente...
Um dia nós brincamos com essa hípótese... que parecia distante e improvável para ambos, pois não éramos "tanta gente"...
Foi só uma espontânea ativação dessa memória afetiva...
Nem nostálgico...
Só lembrei...
e ri...
Um dia nós brincamos com essa hípótese... que parecia distante e improvável para ambos, pois não éramos "tanta gente"...
Foi só uma espontânea ativação dessa memória afetiva...
Nem nostálgico...
Só lembrei...
e ri...
Isso aqui...
pensando bem, não sei se ainda te amo...
talvez ame aquilo do que tenho saudade...
não é a mesma coisa, portanto...
e além disso, não quero mais sentir saudades também...
não disso aqui ...
que me desespera cotidianamente...
talvez ame aquilo do que tenho saudade...
não é a mesma coisa, portanto...
e além disso, não quero mais sentir saudades também...
não disso aqui ...
que me desespera cotidianamente...
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